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| Foto: Andressa Sanssanoviez |
O mascote mirim
Tudo começou quando Alessandro, antes mesmo de Carlos nascer, comprou um cocar, no jogo entre Avaí e Chapecoense, há uns oito anos. Mais tarde, quando o menino tinha dois anos, ele quis saber o que era aquele "bicho todo colorido", como brinca o pai. Desde então o gosto pelo objeto e o amor pelo time de Chapecó fez com que Carlinhos se tornasse o mascote mirim do clube.
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| Foto: Andressa Sanssanoviez |
| Foto: Suelen Oliveira |
No mês de outubro do ano de 2014, a versão infantil do mascote ganhou fama internacional, após a goleada da Chapecoense por 5 a 0 sobre o Internacional, na Arena Condá. A foto de Carlos vestido de índio, durante o confronto com o colorado, foi publicado pela Fifa, no Instagram. A imagem recebeu mais de 24 mil curtidas.
O sonho
Assim como muitas crianças sonham em ser jogador de futebol, com Carlos Miguel não é diferente. Inspirado no goleiro Danilo, seu ídolo, o pequeno sonha em um dia entrar em campo e fazer a torcida feliz. E, claro, que seu palpite é sempre a favor da Chapecoense. Contra o Atlético-PR, ele espera goleada.
"Três para o Verdão e zero para eles", arrisca.
| Foto: Pâmela Basso |


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