Texto: Fabíola Casagrande
| Foto: Fabíola Casagrande |
“Antes eu era mestre da bateria das torcidas organizadas Raça Verde, Guerreiros, do Verdão e da Torcida Jovem. Depois deixei de ser baterista porque eles (o clube) me pediram para fazer algo diferente, aí eu comecei as subir nos alambrados fazer uma locuragens”, conta o mascote.
Mas nem tudo é tão bom. Madruga sofre com o calor. Neste domingo, no jogo contra o Atlético-PR, a sensação térmica dentro da fantasia chegou a 40 ºC. Quando tira a vestimenta, ele “pinga” de suor. Só que tudo é superado pelo amor ao clube.
Tem aqueles que não gostam do mascote, como a torcida contrária. “Eu gosto de incomodar os torcedores dos outros times. Eles não gostam, sempre me chamam de vários nomes”, afirma, sorridente.
O apelido vem desde pequeno, porque eu usava um chapéu igual ao Seu Madruga, personagem famoso do programa do Chaves. “Eu ia no futebol com o chapeuzinho e aí surgiu o apelido que vem até hoje”, finaliza.
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