domingo, 1 de novembro de 2015

Condá guerreiro: mascote sofre com calor, mas exalta amor à Chape para animar jogos

Texto: Fabíola Casagrande

Foto: Fabíola Casagrande
Toda partida da Chapecoense tem a animação dele. Madruga, como é conhecido pela torcida, coloca a máscara de índio, o uniforme verde e branco e se transforma no Índio Condá sempre que o jogo é realizado na Arena Condá, em Chapecó. Ele virou o mascote do clube em 2013, na subida para a Série B do Campeonato Brasileiro. Depois de aceitar o convite do diretor de marketing Andrei Copetti.

“Antes eu era mestre da bateria das torcidas organizadas Raça Verde, Guerreiros, do Verdão e da Torcida Jovem. Depois deixei de ser baterista porque eles (o clube) me pediram para fazer algo diferente, aí eu comecei as subir nos alambrados fazer uma locuragens”, conta o mascote.  

Segundo ele, a paixão é tanta que tem gravado em seu corpo, feliz pelo convite e por ser eterno da chapecoense aceitou a grande oportunidade.  “Pretendo continuar por muitos anos”, comenta o mascote. 

Mas nem tudo é tão bom. Madruga sofre com o calor. Neste domingo, no jogo contra o Atlético-PR, a sensação térmica dentro da fantasia chegou a 40 ºC. Quando tira a vestimenta, ele “pinga” de suor. Só que tudo é superado pelo amor ao clube. 

Foto: Thamara Block
Provocações aos rivais

Tem aqueles que não gostam do mascote, como a torcida contrária. “Eu gosto de incomodar os torcedores dos outros times. Eles não gostam, sempre me chamam de vários nomes”, afirma, sorridente.

O apelido vem desde pequeno, porque eu usava um chapéu igual ao Seu Madruga, personagem famoso do programa do Chaves. “Eu ia no futebol com o chapeuzinho e aí surgiu o apelido que vem até hoje”, finaliza.

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