terça-feira, 24 de novembro de 2015
Com baixas, Chape fica no 0 a 0 com o Atlético-PR; confira o vídeo
Produzido por: Vinícius Rigo, Evandro Padilha e Carine Cechin.
Vídeo: as reações da torcida no empate entre Chape e Atlético-PR
Produzido por: Thamara Verardo, Francieli Rech, Deivid Júnior e Cristiane Huff.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
domingo, 1 de novembro de 2015
Condá guerreiro: mascote sofre com calor, mas exalta amor à Chape para animar jogos
Texto: Fabíola Casagrande
| Foto: Fabíola Casagrande |
“Antes eu era mestre da bateria das torcidas organizadas Raça Verde, Guerreiros, do Verdão e da Torcida Jovem. Depois deixei de ser baterista porque eles (o clube) me pediram para fazer algo diferente, aí eu comecei as subir nos alambrados fazer uma locuragens”, conta o mascote.
Mas nem tudo é tão bom. Madruga sofre com o calor. Neste domingo, no jogo contra o Atlético-PR, a sensação térmica dentro da fantasia chegou a 40 ºC. Quando tira a vestimenta, ele “pinga” de suor. Só que tudo é superado pelo amor ao clube.
Tem aqueles que não gostam do mascote, como a torcida contrária. “Eu gosto de incomodar os torcedores dos outros times. Eles não gostam, sempre me chamam de vários nomes”, afirma, sorridente.
O apelido vem desde pequeno, porque eu usava um chapéu igual ao Seu Madruga, personagem famoso do programa do Chaves. “Eu ia no futebol com o chapeuzinho e aí surgiu o apelido que vem até hoje”, finaliza.
Ídolo da Chape nos anos 70 ganha a vida com venda de cachorro-quente na Arena
Texto: Jéssica Kuczkowski
Fotos: Fabiola Casagrande
Ex-camisa 5 da Chapecoense, Jandir Moreira dos Santos, mais conhecido como Janga, é o mais famoso vendedor de cachorro-quente da Arena Condá, estádio do clube verde e branco. Conhecido da torcida pela marcação forte, o ex-volante jogou atuou no Verdão do Oeste durante dez anos e participou da conquista de títulos importantes, como o Catarinense de 77, primeiro troféu estadual da equipe, e a Taça Santa Catarina de 79.
"Hoje, depois de dez anos estou aqui junto com a minha esposa Elir acompanhado os jogos da Chapecoense e vendendo cachorro-quente para os torcedores", afirma Janga, orgulhoso.
De acordo com o ele, depois de dez anos, todo jogador precisa deixar os gramados. "Quando a idade vai chegando, próximo dos 30 ou 35 anos, o pessoal já começa a nos chamar de velho, e aí já está na hora de parar", brincou.
Evolução do time
Na opinião de Janga, a Chape evoluiu muito desde que ele parou de jogar. Da estrutura do clube até o aperfeiçoamento do time. "Não foi só o time quem evoluiu, mas também a estrutura do clube recebeu uma boa melhoria. Quando eu jogava a gente precisava pedir um campo emprestado, hoje a Chapecoense tem um centro de treinamento, um departamento médico, então tudo melhorou para o time", declarou.
Ainda de acordo com o ex-volante, apenas o fato de a equipe alviverde estar na Série A mostra o quanto tem crescido, tanto dentro como fora do campo. Hoje, por exemplo, o time tem uma sala de musculação, a diretoria trabalha em uma sede própria, e as categorias de base estão organizadas.
"No meu tempo a nossa musculação era subir e descer essas escadas que temos hoje aqui, pois não tínhamos uma sala específica para isso. Melhorou muito", contou.
Indiozinho padrão Fifa: mascote mirim é celebridade na Arena Condá
Texto: Andressa Sanssanoviez e Rosilei Correa de Alencar
Alessandro Garcia é um dos milhares de torcedores que frequentam os jogos da Chapecoense. É um fanático. Ele sempre bate ponto quando tem compromisso do Verdão. Essa paixão, porém, não para por aí. Ela ultrapassa gerações. Prova disso é o seu filho, o pequeno Carlos Miguel Garcia, de quatro anos. Frequentador assíduo do estádio desde a barriga da mãe, ele é uma celebridade na Arena Condá. Com cocar, uniforme da Chape, luvas e moicano de "boleiro", o menino anima a torcida durante as partidas.
O mascote mirim
Tudo começou quando Alessandro, antes mesmo de Carlos nascer, comprou um cocar, no jogo entre Avaí e Chapecoense, há uns oito anos. Mais tarde, quando o menino tinha dois anos, ele quis saber o que era aquele "bicho todo colorido", como brinca o pai. Desde então o gosto pelo objeto e o amor pelo time de Chapecó fez com que Carlinhos se tornasse o mascote mirim do clube.
E olha que ele não perde um jogo. O que o indiozinho quer mesmo é entrar em campo e ser ovacionado pela torcida, junto com o mascote oficial. Até para dar entrevista ele não tem paciência. Quando chega a hora de "invadir" o gramado, ele chora e esperneia. Azar da imprensa que quer fotos, vídeos e falar com o pequeno.
Carlinhos é padrão Fifa
No mês de outubro do ano de 2014, a versão infantil do mascote ganhou fama internacional, após a goleada da Chapecoense por 5 a 0 sobre o Internacional, na Arena Condá. A foto de Carlos vestido de índio, durante o confronto com o colorado, foi publicado pela Fifa, no Instagram. A imagem recebeu mais de 24 mil curtidas.
O sonho
Assim como muitas crianças sonham em ser jogador de futebol, com Carlos Miguel não é diferente. Inspirado no goleiro Danilo, seu ídolo, o pequeno sonha em um dia entrar em campo e fazer a torcida feliz. E, claro, que seu palpite é sempre a favor da Chapecoense. Contra o Atlético-PR, ele espera goleada.
"Três para o Verdão e zero para eles", arrisca.
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| Foto: Andressa Sanssanoviez |
O mascote mirim
Tudo começou quando Alessandro, antes mesmo de Carlos nascer, comprou um cocar, no jogo entre Avaí e Chapecoense, há uns oito anos. Mais tarde, quando o menino tinha dois anos, ele quis saber o que era aquele "bicho todo colorido", como brinca o pai. Desde então o gosto pelo objeto e o amor pelo time de Chapecó fez com que Carlinhos se tornasse o mascote mirim do clube.
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| Foto: Andressa Sanssanoviez |
| Foto: Suelen Oliveira |
No mês de outubro do ano de 2014, a versão infantil do mascote ganhou fama internacional, após a goleada da Chapecoense por 5 a 0 sobre o Internacional, na Arena Condá. A foto de Carlos vestido de índio, durante o confronto com o colorado, foi publicado pela Fifa, no Instagram. A imagem recebeu mais de 24 mil curtidas.
O sonho
Assim como muitas crianças sonham em ser jogador de futebol, com Carlos Miguel não é diferente. Inspirado no goleiro Danilo, seu ídolo, o pequeno sonha em um dia entrar em campo e fazer a torcida feliz. E, claro, que seu palpite é sempre a favor da Chapecoense. Contra o Atlético-PR, ele espera goleada.
"Três para o Verdão e zero para eles", arrisca.
| Foto: Pâmela Basso |
Acompanhe Chapecoense x Atlético-PR em TEMPO REAL
Os principais lances da partida válida pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Confira a cobertura da partida feita pelos alunos de Jornalismo da Celer.
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